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quinta-feira, 28 de maio de 2015

AMOR ENTRE HOMOSSEXUAIS – HOMENS E MULHERES

Homem ou mulher que sente atração física e amorosa por outra pessoa do mesmo sexo. Um ser humano como todos os outros, e não um doente.
O amor é lindo, já dizem todos que partilharam este sentimento, encontrar a outra cara metade e ser feliz para sempre, como dia o “Poetinha” Vinício de Morais, é eterno enquanto dure. E difícil aceitar, e o sentimento de perca faz-nos sentir como impotentes, sem forças pra continuar lutando, achamos até que não passa a ter sentido por ter perdido aquela outra metade que achávamos ser a nossa.
Pois bem, hoje apesar de ainda ter algumas pessoas que olha duas pessoas do mesmo sexo se amando, se agarrando, de amassando, e fingem que não ver, mas, no íntimo estão revoltados porque a sua educação retrógrada e ultrapassada, lhe diz que impossível uma mulher amar outra mulher, e um homem amar outro homem, é o fim dos tempos, como dizem por aí.
Pois bem, darei aqui meu depoimento simples, apenas para demonstrar como seria fácil e compreensível entender o Lesbianismo. Em nosso conjunto de valores, a mulher raramente faz parte da história. Logo, não há por que haver uma história das mulheres.
Considerando agora o outro aspecto da questão: e no caso das mulheres homossexuais, o que diria a história? Menos ainda, já que, no sistema de valores de nossa sociedade, é pouco comum associar à mulher o exercício de sua sexualidade, homo ou hetero, sem associá-la à procriação. "Lésbica é a mulher que alimenta forte emoção e afeto por outra mulher, incluindo ou não relações eróticas."
A julgar por essa afirmação, toda relação entre mulheres, desde que intensa, poderia ser considerada como uma relação lésbica. Mães e filhas? Irmãs? Amigas?
Fica claro que, como fundamento dessa visão redutora da sexualidade no lesbianismo, está a noção de que sexo é para procriação, ou pelo menos, de que não há sexo sem a penetração de um pênis em algum orifício.
Até mesmo a concepção do orgasmo feminino é contaminada por essa ideia, haja vista a polêmica acerca da questão do prazer feminino residir na vagina (e, portanto acessível apenas através de penetração) ou no clitóris, acessível a qualquer toque.
Por todas essas razões, não é de se estranhar que a história das mulheres que se relacionam sexualmente com outras mulheres seja algo praticamente inexistente.
O amor é um sentimento que não adianta tentar entender om a razão, é passível, reacionário, possessivo, autoritário, e muito compreender um sentimento tão simples, que se entendêssemos Jesus Cristo, muitos diriam que ele gay, mais um homem que viveu com as prostitutas e pregava o amor entre todos, homens e mulheres.
Um homem que morre na cruz para ensinarmos o que o sentimento “AMOR”, significa, que até hoje não compreendemos e as pessoas criam uma discriminação quando veem duas pessoas do mesmo sexo assumirem e dizerem e mostrarem suas preferências.
E venhamos e convenhamos, o amor entre duas mulheres é muito bonito, a quem ver de fora, sente excitação, admiração, e como homem, fico a imaginar o que duas coisas lindas e deliciosas passaram para concluir que uma mulher que ama e faz-se amar melhor que nós homens. Duas mulheres quando estão se amando, beijam, mãos se tocam e tem onde tocar seus dedos amassa-se, se esfregam, é uma coisa bonita de se ver, e admirável. É o que não acontece com dois homossexuais, principalmente se um deles é barbado, dois o são, e depois, ao se entrarem não ficam só no beijo, são dois pênis que se encontram, o homossexual só tem um buraco, portanto eu digo, quando se encontrarem, Um tem que ser e costas, pois, se beijarem de frente, fica a dúvida quem o “Ativo” e o Passivo”, e é não tem nada de bonito pra mim, acho normal, agora nada de beleza.
Eu não gosto, das lésbicas que se intitulam ou são chamadas “Sapatões”, porque neste caso, eu acredito que deve ter acontecido algum trauma, algum desvio de personalidade, pois, o Sapatão se ver e quer que a vejam como homem, e fazem e demonstram para as parceiras, geralmente pessoas sem conhecimento, sem cultura, sem nível, que é tão bom ou melhor que um homem, mera leviandade. As Lésbicas, ou mulheres que se amam, sabem e desejam a procriação, o seu lado feminino, de mãe, pois mulheres que se amam, tudo o faz porque ninguém manda no sentimento do coração.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013


 UMA TRAJETÓRIA - UMA VIDA
PARTE I

"Deus, dai-me serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar, coragem para aceitar as coisas que eu posso mudar, e sabedoria para distinguir as diferenças. Vivendo um dia de cada vez, desfrutando um momento de cada vez, aceitando as dificuldades como um caminho para encontar a paz, considerando o munda pecador como ele é e não como gostaria que ele fosse, Confiando sempre em Deus para endireitar as todas as coisas,e que eu possa sempre ser feliz nesta vida e sumamente feliz contigo na eternidade. Só por hoje funciona. Assim Seja."


Hoje começo a escrever a trajetória de minha passagem na terra, e tento aqui, descobri algo de misterioso com o homem que diz ser meu pai. Aqui eu procuro um relação de pai e filho que eu nunca tive, e agora com 55 anos está ficando cada vez mais difícil, principalmente, porque existe uma mulher, meiga, culta, em prendas domésticas, culinária e costura não existe igual, e está sofrendo com uma chantagem, coação, há mais de 55 anos. Minha mãe não é feliz.
Pois bem, vamos a narrativa, talvbez exista algum ponto, onde eu vou descobrir, seja porque meio for, fontes de ligações da época ou uma regressão espírita, desde o tempo de minha geração, pois tenho quase certeza que eu não nasci de um amor.
Eu tinha 04 anos, é quando me recordo de fatos, que a minha mãe pode comprovar, e lembro de um carnaval (Cruz das Almas tinha carnaval de rua, com trios elétrico, escola de samba de Leonel Bambá, blocos, matinées clubes, Cruz das Almas Clube, Lira-Guarany, Euterpe, e até 1975 meu último carnaval, o Laranjeiras Clube), e estava eu minha mãe, DoDDoroteiaAgney (DorDoroteiaa mas que uma empregada doméstica, esteve nos momentos que minha mã mãe mas precisou). vislumbrando os desfiles, as caretas que passavam e brincavam comigo (Careta, era pessoas c/máscaras de todo tipo, a mais comum era as de orelhas e  nariz de espuma, eu não sei como o pessoal aguentava, eu por exemplo ficava até a hora que o sol batia, aí era hora de tirar a máscara), e nisso íamos passeando e de repente eu não sei como, desgrudei da mão de minha mãe. Procurei-a  e a Doroteia e Agney, aquele mundaréu de gente, cores, folia, não as encontrei, fui pra porta de minha casa na Baixinha da Vitória, onde momentos depois chegam minha mãe, Doroteia e Agney, esbaforidas e ar de preocupação com a minha sumida, minha mãe indagou onde e como eu cheguei em casa eu falei que sabia o caminho e se eu não me engano estava chupando um pirulito sentado no batente da porta de casa.a.a. Não me recordo do homem que diz ser meu pai neste episódio, pois fiquei bastante querido por vizinhos e pela família por ter chegado em casa sozinho.
Outro fato que me recordo e foi fatídico também aos quatro anos; estava eu e minha irmã Agney brincando, quando não sei se em um armário ou cômoda, tinha uns vidros de remédios. Eu por ser maior não se empurrei ou subi em algo e os vidro eu acho que caíram ou quebram ou abri-se e espalhou uma balinhas vermelha (eram comprimidas Vigoron), onde eu e minha irmã começamos a chupar. Mas eu por ter definido o gosto eu senti que os comprimido ao serem chupados, vinha a parte branca e eram amargas, então eu falei pra Agney que só chupasse a parte vermelha, a branca era pra deixar pois era ruim. Eu sei que momentos depois entra minha mãe, eu acho que junto era tia Gal, todas com os olhos saltando pois a Agney estava passando mal. Daí eu não me recordo o que foi feito de Agney, eu me lembro que eu estava na casa da vizinha que era madrinha dela e eu a chamava de madrinha, dunha Sete, as filhas, Lourdes, Antônia, e outra que não me recordo o nome e o Rarite. Eu perguntava de Agney e dinha Dete dizia que ela foi fazer uma viagem, que Deus a chamou e eu dizia porque e não fui junto, e me enrolaram, não vi o corpo da Agney, não fui e nem vi o enterro, e também não sei e não me recordo da presença do homem que diz ser meu pai.
Eu não sei precisar depois da morte de Agney, estava  sempre na casa de Dinha Dete ou na casa de Tia Raimunda, que morava também na Baixinha da Vitória, algumas casas mais a frente.
Depois da morte de Agney, eu vivia na casa de dinha Dete ou na casa de tia Raimunda, o tempo ia passando e com minhas primas Stella e Yacir, comecei minhas aventuras sexuais. Com Stella e a Yacir aprendi a beija de língua, a por a boca naquilo, aquilo na boca, aquilo na mão, aquilo naquilo, enfim tudo que um moleque tem direito na arte de amar, não tanto Yacir que era meio fresquinha, queria só beijar, a Stellla não, era tudo. Foi a minha professora na arte de amar, de sexo e beijar. Quando tivemos nossa última vez, ela e a Yacir sentada do lado, Stella me disse: Se você continuar com os lábios carnudo, beijando assim, e crescer mais um pouco, com os olhos verdes azulados loiro e essa cor da Bahia, será o homem que toda mulher vai querer experimentar, ou ter. Realmente continueiicom a cor dos meus olhos, beijando muito, mas, deu não deu asas a cobra, eu cheguei a meu 1,65 mts, que na época era a média de um baiano, pois se eu tivesse à altura de um Ivaney ou Irlaelson, não ia prestar, eu ia ser um Josafá da vida, e muitos e muitos filhos. Assim se deu minha aventuras sexuais entre 4 e 10 anos (na época  na se chama fazer ousadia ou vadiar), foi muito bom e interessante, pois com minhas primas aprendi tudo de sexo, e com os catecismos (revistinhas de putaria na época) do Josa, eu e as meninas ia fazendo das nossas, um dia peguei um catecismo do Josa e levei pra Stella e nesse dia saiu um meia nove melhor que o catecismo.
Os catecismos de Josa, eram guardados a sete chaves, era os únicos gibi que ele não deixava ler, mas o resto, tudo, e ele era um colecionador de gibis, e quando estava  com o capeta ninguém se atrevia  entrar no quarto dele, mas eu tinha com ele carta branca, entrava e saia a hora que eu quisesse, minha  mãe chegou até a me proibir que eu fosse até o quarto dele, mais o vício de ler gibi era mais forte e ela percebeu que comigo ele não tratava como aos outros. Para se ter uma ideia, tudo isto acontecendo, sem a orientação de uma pessoa, um homem pra dizer ou falar algumas dicas de como se devia tratar uma mulher. Com minha mãe eu jamais poderia me abrir e dizer que estava comendo as sobrinhas dela.; Certa vez a irmã de minha mãe, minha tia Socorro, é mais velha que eu um ano, acho que eu tinha 12 e ela treze anos, foi passar uns dias em casa, e comecei a malhar nos peitos, e ela dizer que era minha tia, e eu falado que tia saborosa e deliciosas eu tinha, e ela se abrindo, e quando já estava quase conseguindo penetrá-la, o cara me levanta com sua renite à procura do Rinisone, foi um  atrapalha foda, depois disso a Socorro não me deu mais chance.
Isto tudo de meus 05 aos doze anos, não existe uma história que eu me lembra de um pai herói, de um grande homem que marcou a minha vida e a de meus irmãos. Talvez eles não  falem ou porque não se lembram ou talvez porque não gostam nem de lembrar e não tem mesmo nada pra se lembrar.
Eu vivi na época da Ditadura, desde o AI5 até 1980, mas eu só  vim saber o que fez a ditadura quando cheguei à faculdade, e notei que tudo aquilo que nos disseram, era pura balela, eu conheci a história verdadeira e contada por pessoas que estiveram nela. Eu lembro que houve uma época, onde meu primo Beta, era chamado de revolucionário, Comunista, (diziam que na época, comunista comia crianças, não sei como? aí eu perguntava-me seria pedofilia?). Não sei minha mãe pra nos preservar não deixava chegar qualquer informação sobre o estado militar porque passávamos, ou se pela de o homem que diz meu pai, pois, se locupletando não estava, porque não colheu nenhum fruto daquilo.
Em 1970 ia eu, Beto de Bila, Ele, Ti Bila e Mulato (Martins Bílingue da Silva, que dissesse  seu nome completo ele dava R$1,00), íamos á casa do sr. Lele pra assistir o jogo da seleção brasileira, um dos maiores times que vi jogar. Sr. Lele era um dos ricos da cidade e nos convidava para assistir aos jogos, e morria de rir com Mulato fazendo suas papagaiadas. A seleção: Félix, Carlos Alberto, BritoPiazza, Everaldo, Clodoaldo, Gérson (O Canhoti9nha de4 Ouro, esse sim fazia lançamentos de 30mts e sessenta mts brincando, que saudades), Jairzinho (O Furacão da Copa) , Tostão, Pelé e Rivelino (A Patada Atômica).

Daí pra frente lembro dele apenas nas bebedeiras, ou quando um carnaval, eles brincavam, então minha ia pular pelaela manhã, e ele e o Beto de Bila ficava com eu, Ivaney e Dirigo, meu irmãos, e eu lembro que Beto ficava brincando com a gente enquanto ele e a vó França fazia a comida. E a tarde era ele quem ia, sair no bloco dos bebês (era um bloco onde todos os participantes vestiam-se de bebês e a mamadeira era cheia de caipirinha).







Prece de Caritas
Deus nosso Pai,
que Sois todo poder e bondade,
dai força àqueles que passam pela provação,
dai luz àqueles que procuram a verdade,
e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus,
dai ao viajante a estrela Guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.
Pai,
dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito, a verdade,
à criança o guia,
ao órfão, o pai.
Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade, Senhor, para aqueles que não Vos conhecem, e
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores,
derramarem por toda à parte a paz, a esperança e a fé.
Deus,
um raio, uma faísca do Vosso divino amor pode abrasar a Terra,
deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, e
todas as lagrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós,
como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nós Vos esperamos com os braços abertos.
Oh! bondade, Oh! Poder, Oh! beleza, Oh! perfeição,
queremos de alguma sorte merecer Vossa misericórdia.
Deus,
Dai-nos a força no progresso de subir até Vós,
Dai-nos a caridade pura,
Dai-nos a fé e a razão,
Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas
O espelho onde refletirá um dia a Vossa Sant Imagem. Assim Seja!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

“SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA” – SOFREDOR POR QUÊ?


Vou falar de uma coisa, que ouço desde 1976, o Corinthiano é Sofredor, Maloqueiro, Loucos, até aí tudo bem, no início da década de setenta era compreensível, quase 23 anos sem títulos, nem paulista, nem torneio Rio-São Paulo, éramos realmente o que diziam, e fazíamos ou time fazia por onde levar todas as pechas. Já fui ao Estádio do Pacaembu, onde o Corinthians X Juventus, o 1º. Tempo terminou com o Timão terminou com 04 tentos, e como todos pensamos, no 2º. Tempo mais 04, jogo fácil.  Mas o que o mesmo time, jogando como queria, e de repente, primeiro gol do moleque travesso; segundo gol; terceiro gol aos 43 minutos, e se o juiz desse mais tempo de descontos, ou seja, partida fácil que o time fez com que ficasse difícil.
Mas, vamos lá, desde o início em 1910, todos os títulos ganhos:

Mundial da FIFA: 2000;
Copa Libertadora da América: 2012 (Invicto);
Campeonatos Brasileiros Série A: 1990, Bi 1998/1999, 2005 e 2011;
Campeonato Brasileiro Série B: 2008
Campeonatos Paulistas: 1944, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2009;
Torneios Rio-São Paulo: 1950, 1953, 1954, 1966, 2002;
Torneio Início São Paulo: 1919, 1920, 1921, 1929, 1936, 1938, 1941, 1944, 1955;
Taça Cidade de São Paulo: 1922, 1942, 1943, 1947, 1948 e 1952;
Taça Competência: 1922, 1923, 1924;

TORNEIOS NACIONAIS/ESTADUAIS
Torneio Quinella de Ouro (Taça Supremacia): 1942;
Campeão do IV Centenário: 1954;
Taça São Paulo: 1962;
Torneio Laudo Natel; 1973;
Centenário da Independência: 1922;
Copa Bandeirantes: 1994;
Taça do Povo: 1971;
Taça Gov. do Estado SP: 1977;
Taça Cid. de Porto Alegre (RS): 1983;
Torneio de Brasília: 1983;
Pentagonal de Recife (PE): 1965;
Triangular de Goiânia (GO): 1967;
Taça Ballor: 1923, 1924 e 1928;
Taça Fasanello: 1938;
Taça Henrique Munde: 1938 (Festival do São Paulo FC);
Taça Pref. Munic. de São Paulo: 1954;
Taça Charles Muller: 1954 e 1958;
Torneio das Missões: 1953 (Taça Tibiriçá);
Taça Piratininga: 1968;

TORNEIOS INTERNACIONAIS
Taça Cittá de Firenze (ITA): 1929 (Ao Empório Toscano, Sudan Ovais e Prof. Caputto);
Pequena Taça do Mundo: 1953 (Copa Presidente Marcos Perez Gimenez);
Copa Cidade de Turim (ITA): 1966 e 1969;
Torneio Costa do Sol (ESP): 1969;
Troféu Apolo V (EUA): 1969 (Tornei de New York);
Copa da Feira de Hidalgo (MEX): 1991;
Troféu Ramón de Carranza: 1996;
Torneio Int. Charles Muller (BRA): 1955;
Copa do Atlântico: 1956;
Copa São Paulo (BRA): 1975;
Copa das Nações (EUA): 1985;
T. de Verão Cid. de Santos (BRA): Bi 1986 e 1987;
Copa dos Campeões: 1986;

Outros Campeonatos/Taças
Taça São Paulo de Juniores: 1969, 1970, 1995, 1999, 2004, 2005, 2009 e 2012;
Taça dos Invictos: 1956, 1957, 1990 e 2009:
Dallas Cup (Juniores): Bi 1999, 2000
Copa Nike (Juniores): 2003;
Mundial de Clubes Sub 18: 2010;

Outras Taças e Troféus
NACIONAIS :                                                                                      
Taça Mais Querido do Brasil: 1955;
Troféu Osmar Santos: 2005;

INTERESTADUAIS:
Char de la Victorie e Taça Vada: 1928;
Taça APEA: 1930;
Taça Aliança da Bahia: 1936;
Taça Prefeitura de Salvador: 1936;
Taça Linha Circular: 1938;
Taça de Campeões Rio-São Paulo: 1941;

Estaduais:
Taça Beneficência Espanhola: 1915, 1916;
Taça Cronistas Esportivos: 1916;
Taça oferecida pelo Dr. Alcântara Machado: 1916;
Taça oferecida pelo Sr. Celinho Ambrósio: 1917;
Taça Amílcar Barbuy:  1919;
Taça União Brasil: 1919;
Taça 47: 1919;
Taça Neco: 1920;
Taça Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho: 1920;
Taça Prefeitura Municipal de Guaratinguetá: 1920;
Taça Ida: 1921;
Taça Antarctica: 1921;
Taça ao Preço Fixo: 1921;
Taça Sacadura Cabral e Gago Coutinho: 1922;
Taça Cântara Portugália: 1922;
Taça Joalheria Castro: 1925;
Taça Guido Giacominelli: 1925;
Taça Agência Ford: 1925;
Taça Studebaker: 1925;
Taça Lacta: 1926;
Taça Centenário do Uruguai: 1926;
Taça Guanará Espumante: 1926;
Taça Francisco Rei: 1926;
Taça Apea: 1926;
Taça De Callis: 1926;
Taça Elixir de Cabo Verde Composto: 1926;
Taça Adamastor: 1926;
Taça Fábrica de Gelo Vila Mathias: 1927;
Taça Sarmento Beires: 1927;
Taça Ribeiro de Barros: 1927;
Taça Tipografia Carvalho: 1927;
Taça O Comerciário: 1927;
Taça Almirante Sousa e Silva: 1929;
Troféu Washington Luís: 1930;
Taça Ministro do Chile: 1928, 1931;
Troféu Liga Paulista: 1939;
Taça Duque de Caxias: 1941;
Taça Manoel Domingos Corrêa: 1942;
Troféu Bandeirante: 1954;
Troféu Lourenço Fló Júnior: 1962;
Taça da Solidariedade: 1994;

Estaduais:
Taça Beneficência Espanhola (Bi 1915, 1916);
Taça Cronistas Esportivos (1916);
Taça oferecida pelo Dr. Alcântara Machado (1916);
Taça oferecida pelo Sr. Celinho Ambrósio (1917);
Taça Amílcar Barbuy (1919);
Taça União Brasil (1919);
Taça 47 (1919);
Taça Neco (1920);
Taça Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho (1920);
Taça Prefeitura Municipal de Guaratinguetá (1920);
Taça Ida (1921);
Taça Antarctica (1921);
Taça ao Preço Fixo (1921);
Taça Sacadura Cabral e Gago Coutinho (1922);
Taça Cântara Portugália (1922);
Taça Joalheria Castro (1925);
Taça Guido Giacominelli (1925);
Taça Agência Ford (1925);
Taça Studebaker (1925);
Taça Lacta (1926);
Taça Centenário do Uruguai (1926);
Taça Guanará Espumante (1926);
Taça Francisco Rei (1926);
Taça Apea (1926);
Taça De Callis (1926);
Taça Elixir de Cabo Verde Composto (1926);
Taça Adamastor (1926);
Taça Fábrica de Gelo Vila Mathias (1927);
Taça Sarmento Beires (1927);
Taça Ribeiro de Barros (1927);
Taça Tipografia Carvalho (1927);
Taça O Comerciário (1927);
Taça Almirante Sousa e Silva (1929);
Troféu Washington Luís (1930);
Taça Ministro do Chile (1928, 1931);
Troféu Liga Paulista (1939);
Taça Duque de Caxias (1941);
Taça Manoel Domingos Corrêa (1942);
Troféu Bandeirante (1954);
Troféu Lourenço Fló Júnior (1962);
Taça da Solidariedade (1994).

Pois bem, agora a pergunta, SOFREDOR POR QUÊ? Se na época do grande estio, sim éramos realmente sofredores, servíamos de piada. Agora essa peja serve apenas de marketing, propaganda. Somos realmente Bando de Loucos, Maloqueiros, da periferia Zona Leste e Zona Sul, mais também temos na elite da Zona Oeste e Zona Norte e Centro da capital paulista. ”No Brasil agora temos os pobres-ricos, é gente simples que ficou rica, mas mantém o jeito suburbano. Goste-se ou não, eles se impuseram culturalmente. Até porque muitas vezes usufruem os prazeres do dinheiro melhor que os ricos de berço”, (este texto é do autor da novela “Avenida Brasil” – José Emanuel Carneiro, de 42 anos em entrevista a revista Veja na Edição de 04/07/2012), mostra à realidade brasileira hoje. Por isso somos o foco, os Jornais, perdendo ou ganhando se a pessoa não cedo às bancas, perdeu a vez. Então não devemos aceitar a peja de que somos sofredores.
Outra coisa, o Corinthians como time de massa, nunca possuiu estádio, não tinha um título da Libertadores. Agora já temos o tão sonhado sonho, estádio será realidade a partir de Dezembro/2013. Agora eu pergunto, e o Pacaembu, nosso estádio como fica depois da nossa casa? Não vai ficar que nem o Morumbi, só para shows não né? Dizem que a Sardinha vai ver se faz o Campo deles, afinal é do interior, baixada e não podem deixar de lado o palco das maiores conquistas de nós os “Loucos  Por Ti Corinthians”, isso sem falar no carnaval, com a “Gaviões da Fiel” e a “Vai-Vai”.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

27/06 -PARABENS MINHA PRINCESA


PARABÉNS E FELIZ ANIVERSÁRIO MINHA FILHA AMADA.

Para você minha filha, por mais esta data!

Procurei palavras que descrevessem, a sua importância em minha vida...

Mas em anos de busca ainda não consegui encontrá-las...

Por enquanto colhi poucas palavras, mas para mim é apenas o começo da descrição do que és em minha vida.

Parabéns pela beleza que você espalha por onde passa! Parabéns pela doçura de gestos – pela ternura que sempre trás em suas palavras.

 Parabéns por minha “Princesa”, por ter crescido assim, tão cheia de vida, de alegria, enchendo nossos dias de uma paz verdadeira – a paz de amor. Como pai me sinto orgulhoso por você ser a pessoa que é: sincera; meiga; inteligente; leal, lutadora; uma profissional vencedora; guerreira; alguém que planeja, sonha e “Deus” está sempre iluminar que os seus planos e sonhos seja realizado.

Passei a respirar diferente depois que você nasceu, meu ar ficou mais puro, meu pulmão trabalha melhor.

Depois deste dia também parece que meus olhos enxergam sempre o lado bom dos acontecimentos.

Meu coração bate compassado, e entra em descompasso de felicidade quando te vejo.

Meus ouvidos são capazes de transformar seus choros, seus gritos, suas palavras, seus sorrisos, em canções, capazes de me fazer esquecer que o mundo existe.

Depois deste dia, encontro no perfume das flores, o teu cheiro, no canto dos pássaros, tua voz, no barulho do mar, te vejo brincar, no azul do céu, vejo teu soninho, no calor do sol, sinto teu abraço, no brilho das estrelas, vejo teu sorriso.

Vá em frente. Continue no caminho que escolheste - estarei sempre aqui sendo seu maior torcedor (apesar de ser CORINTHIANO). Princesa, você foi ontem a nossa boneca, meu mimo, meu sonho: a minha preocupação primeira.

Hoje é o orgulho, minha realização, você pode não acreditar, mas, é a coisa mais importante pra mim.
Luz da minha vida, razão do meu viver.

Parabéns nesta data, e que muitos anos você tenha pela frente para realizar os seus sonhos maiores.

Beijos e todas as forças do Universo estejam com você - hoje e sempre.

Te amarei eternamente.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

CORINTHIANS – ETERNAMENTE O TIME DO POVO, A VOZ DE DEUS.


Porque ser Corinthiano? É um estado de espírito, a cidade amanhece diferente quando o time joga, perdendo ou ganhando a cidade é outra, se perde é a vez da maior do torcida do mundo (os anti-corinthianos) se regozijarem, se deliciarem. Quando ganha (ainda mais uma classificação para final) a cidade é toda alvinegra, risonha, tudo é festa e cheio de alegria, todo mundo sabe quem é ou não Corinthiano, até os antis se sentem um pouco a felicidade do momento.

O time do povo, a voz de Deus, é uma coisa diferente, algo difícil de descrever, é uma sensação de não sei o que, uma felicidade extrema, algo como um orgasmo, deleite isso é que é torcer pelo “SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA”, o “TODO PODEROSO TIMÃO”.

Eu sou baiano, gostava do Vitória da Bahia, mas ao assistir um jogo deste clube com um tio, vi quando sofrível ele torcia e bebia, e de repente eu descobrir algo dentro de mim que falou mais forte, era o Corinthianismo que bateu dentro de mim, me fez estremecer, deslumbrar, e a partir daquele instante eu percebi que não existe amor de mulher, filhos, irmãos, pais ou família, maior que este, SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, a pratir daquele momento, nunca nos abandonamos, somo carne e osso, alma gêmea, mesmo nos piores momentos do clube, o amor continuava crescendo, sem crises de ciúmes, sem crises financeiras, nada, mais nada que abalasse esse relacionamento, que é e sempre será duradouro, e quero agradecer a São Jorge, Santo Guerreiro, como o clube, a Santa Virgem Maria Mãe de todos nós, aos 12 Apóstolos nossos irmãos, os santos de paz e guia, o santo da Capadócia.

Os bambis são malandros foram eliminados no dia que nós fomos para a final da Libertadores, para tirar o foco, porque sabem o “CORINTHIANS” é a notícia.

“Salve Corinthians, você é o campeão dos campeões”, que venha quem vier este ano é nosso.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ANNA CAROLINA DE FREITAS PEIXOTO


Pela experiência, e pelos erros que cometemos em nossa vida, eu hoje sentir falta de uma pessoa, CAROL. Quem é CAROL? Pra mãe e pra as amigas, não sei, talvez, ANNINHA, ANNA, ou ANA, pra mim simplesmente CAROL, nem quando estou bravo, eu nunca chamei àqueles que realmente são meus filhos biológicos, pelo seu nome principal. A CAROL foi e sempre será a minha “PRINCESA”, não é uma mulher dos sonhos de muitos homens, mas é o meu sonho, era o meu primeiro, mas, chegou a terceiro, mas sempre ela soube que seria a primeira. Quantas lembranças de quando criança, menina, adolescente, era como nunca iríamos deixar a peteca cair, sempre estaríamos juntos.
Mas, CAROL cresceu, está se tornado madura, de opiniões fortes, e até acredito com mágoa em seu coração. E vejo isso desde o ano passado, quando estava eu, a mãe e ela no carro, e Eliana me falou que a nossa filha nunca tinha visto “passarinho verde”, não sabia o que era o amor, mas sabia que foi feita de amor, sabia que eu e a mãe nos amamos, mas, esquecemo-nos de mostrar e ensinar a CAROL o AMOR.
CAROL hoje se tornou pelo menos pra mim, uma menina arredia, com respostas prontas sempre que lhe questiono algo, eu vejo ódio em seus olhos, gestos e palavras comigo. Não sei o que fiz, mas si voltei a fuma e beber minhas cervejas e um bom vinho, e ela e os irmãos não me dão notícia, não veem me ver. Quero que saibam o quanto sou grato por vocês terem medidos esforços pra me trazerem da Bahia, mas, se alguma palavra, ou algo gesto os tenha machucados, me perdoem, principalmente a minha “PRINCESA’, sinto a sua falta.
Eu pensei que estava nos EUA fazendo MBA, pelo menos foi o que a mãe me falou que você iria fazer, mas não, CAROL está fazendo trabalhos em casa, e nem sequer liga pra saber como está, quer ela queira ou não, infelizmente sou o seu pai biológico, e me desculpe, se você não quer saber que as pessoas saibam, ou você não se orgulha do pai que tem, eu pelo menos falo que tenho uma filha, e me orgulho muito da mesma, minha “PRINCESA”, não a filha de agora, mas sim minha CAROL.
Você CAROL pode não acreditar, não querer, mas eu te AMO MUITO, mesmo sabendo que posso não ser correspondido. Mas é amor de pai, mesmo não sendo seu orgulho, não sendo o tipo de pai que você esperava de homem, mas, acredite numa coisa, sei que errei em algumas coisas e todas as coisas, afinal, sou um cara que só aprendo com meus erros, mais isso não diminuiu nem nunca vai diminuir o AMOR que sinto por você, o “Cara lá de cima” me pôs no caminho de você e isso deixa muito feliz e honrado de ser o pai da minha “PRINCESA”, e de seus irmãos.

QUE DEUS SEMPRE TE ABENÇOE E ILUMINE SEUS CAMINHOS E TEU CORAÇÃO.

terça-feira, 3 de abril de 2012

É UMA QUESTÃO DE CULTURA!!!


Passando por um barzinho aqui em Osasco, tomando minha cerveja, e minha taça de vinho português, deparei com uma cena, curiosa e peculiar do di a dia. Um casal de jovens, ele 17 anos e ela 16 anos, (chamaremos de “Ninja” ele, e ela “Jê”), ele um cara nissei, sansei, não sei, magro, 1,70 mts de altura, cabelos grandes, lindos realmente, vive a escová-lo de 10 em 10 minutos, dois seios pequenos, tipo de adolescente, não chega a serem dois morangos. Ela uma garota linda, 1,60 mts de altura, cabelo curtos, voz fina igual a garotas da sua idade, seios também, se veste como garoto, toda hora, passa a mão como se tivesse um saco, morena.
Estava tomando minha cerveja e o vinho sossegadamente, e olhando ao redor, eles me notaram, e fizeram aceno se poderia sentar-se, eu prontamente fiz com sim com o olhar. E, prontamente estávamos os três conversando, e eu, lhes indaguei o porquê daquele encontro, e eles me falaram que eu era um cara especial, gostava (e gosto muito de mulheres, negras, mulatas, morenas e caboclas, principalmente) de mulheres, sou maravilhado, principalmente se tem os atributos necessários, que as fazem deliciosas, seios e bunda, arrebitada. E eles me falaram, que pelas condições deles, poderia ter as “periguetes”, ou mulheres conforme as condições que eu quisesse, dependeria de quanto eu poderia ceder de “carreiras de farinha”. Já discordei do método, antigamente era de quanto nós tínhamos no bolso, mas, dei corda aos dois.
Aí perguntei pra eles, se eram filhos de papai, se tinham posses para assumirem o que realmente ele acha que querem ser. Não, não são não trabalham, e vivem numa vida de família humilde.  Então indaguei: porque um rapaz bonito poderia fazer bonito junto às mulheres, fazia um papel de idiota, tinha o pomo de adão e ainda dava o rabo, segunda o mesmo ainda não dava, só fazia um bom “boquete”, que vantagem levava, naquela vida, ser chamado de “Viadinho Ninja”.
Ela um garota bonita, um petisco junto aos garotos da idade dela, e de alguns homens, voz fina, agradável, fazia muito sucesso com os homens, meio em que ela gostava de viver, além é claro daquela mania que tinha de coçar as virilhas com se estivesse a coçar o saco. Eu perguntei a ela se era hermafrodita, disse que não, então perguntei por quê? Uma garota queria gostar de mulheres, sendo uma delas. Poderia muito bem trabalhar seu corpo, ficar uma linda mulher, poderia ser bissexual, ter as mulheres que quisessem, e dar pra quem quisesse não ser chamada de a “Sapatona Jê”.
Apesar da minha idade, mais experiente, eu já vi e aprendi a vivenciar coisas interessantes nesta minha passagem. Agora em minha última estadia em Salvador/BA, conheci e convivi com pessoas do rol de amigos do meu primo, bissexuais, travestis, transexuais, gays, drogados, holandeses, alemães, espanhóis, ingleses, americanos, enfim todo tipo de gente, e juro, sair numa boa, existe aquele choque de primeiro momento, novidade, mas, depois de conhecê-los, e entendê-los, vi realmente que é uma questão de cultura, não é preconceito. Todas as bissexuais e os bissexuais amam realmente o parceiro ou parceira, o amor é um sentimento muito forte, vai além do que possamos imaginar. Eu nunca entendia porque diferente de brasileiros, ninguém dar por dar, não, não baixaria que nem brasileiros, dar porque dizem “é doença” ou porque aprendeu a gostar de homens ou mulheres e tem que estar ali presentes.
E de repente eu vi, era questão de cultura, homens e mulheres diferentes, mas, que não são tratados como “viadinhos” ou “sapatonas” como no Brasil, mas pessoas bem definidas, que sabem e deixam bem claro o que são, mas acima de tudo, ama e se deixam amar. Uma mina que divide e participa de uma vida sexual intensa, porque quer que outra parte seja feliz, é muito pra cabeça e o entendimento de um reles mortal. Eu perguntei a um casal de “lésbicas”, qual o sentimento ao ver a parceira ser penetrada por um homem, ela simplesmente me respondeu, felicidade. Ver a parceira ser penetrada e também ser penetrada por este homem é a felicidade, pois a mesma me falou uma relação só de toques, com as mãos, e com “vibrador”, não é a mesma coisa, tem que haver a penetração de carne na carne, fazer o outro suspirar, delirar, ver o prazer e ser parte também deste prazer, é uma coisa que realmente para um brasileiro, é muito pra cabeça.
O homossexual, eu falo que tem que ter dinheiro, não ser de família humilde, pois os que vi, eram realmente lindas, sem o pomo de adão, pernas e coxas de fazer inveja a muitas mulheres, seios fartos e bumbum (que bumbuns), arrebitados, e creiam, falavam e tinha todo trejeito de mulheres, e mulheres daquelas que deixam qualquer cidadão de boca aberta, e “roludos”, e me disseram, tiravam proveito dos dois lados, comiam, não faziam distinção, mulheres e homens, gays e travestis, tinham prazer por dar prazer e receber prazer anal, (a própria Sandy disse que isto é possível), não entrei no mérito da questão, mas, fiquei curioso.
Espero que a conversa que tivemos, eu o “Ninja” e a “Jê”, sirvam de lição a muitos garotos e garotas que estão iniciando neste caminho, não, não seja mais um “viadinho” ou “sapatona”, deixe que aflorem seus desejos, mais tenham consciência de poderem bancar e serem o que quiserem, sem ter que dar explicações de nada de suas opções, é um direito de cada um. E, daqui alguns anos eu estarei pra ver o “Ninja” e a “Jê” seja não o viadinho e sapatona como hoje são chamados, mas sejam uma linda travesti e uma linda bissexual, que realmente tenha as mulheres que quiserem, não em troca de “carreiras de coca”, mas, pelas performances que cada um exercerem.
Por isso digo, não é questão de preconceito, mas, sim de cultura.