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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ENTENDENDO O PORQUE - BRASIL

Hoje vou falar de um tema muito polêmico, principalmente em nosso país. O preconceito sobre o homossexualismo.

Gente aqui no Brasil se discrimina tudo, mas, na realidade é um assunto muito importante, porque se trata de uma série de fato que envolve o homossexualismo, desde a classe mais pobre à elite, já é um grande fato.

Se não vejamos: Conheci em Salvador, vários casais, lésbicos homossexuais (bissexuais) holandeses, ingleses e americanos, eram de classe média no país deles, e viviam no maior love sem preconceitos aqui e nos país de origem.

Porque isso acontece, por causa de cultura, desemprego, falta de estrutura para com os cidadãos do país, que faz com que um homossexual, travesti, transexual, lésbica e bissexuais brasileiros, se transformem em lixo, dizer que é doença ou descaração mesmo. Perguntei aos conhecidos visitantes o por que, de como eles gostavam e amavam o mesmo sexo, sendo bonitos e respeitados, pela postura até. Eles me responderam: quando você gosta de alguém, ama esse alguém, não importa de sexo ele seja, ama e pronto. Agora eles me disseram que não podiam nunca perder a beleza exterior, beleza é fundamental. Se por um acaso alguém se interessasse por algum deles como reagiriam? Quem se interessar vem, pois sabe que terá muito sexo, a três, a quatro, não importava, os sentimentos deles não mudariam, e a vida continuaria, normalmente. Sempre bonitos, esbanjando belezas e charme.

No Brasil a coisa se deteriora tanto, que as lésbicas pra definir quem o “ativo”, tem que parecer homem, ser “machão”, a “Mara-Sapatão”, e na hora do sexo a penetração tem que ser com brinquedos, consolos, e as mãos, línguas, pois nem o clitóris grande é capaz de enrijecer.

É o que não acontece com as amigas visitantes em Salvador. Elas disseram que só o amor entre duas mulheres fica difícil, por mais que se toquem, falta o mínimo, a “penetração”. Por mais que tenha brinquedos, várias espécies, elas me falaram, precisamos de um homem, para a copula, não existe amor, mas sim atração, a coisa de pele, por isso é perguntei, isso não é o bissexualismo? E elas me disseram toda lésbica fora do Brasil, na realidade são bissexuais, porque no fundo, no fundo, tem que ter a penetração, não existe sexo sem penetração, só brinquedos, uma hora cansa. Por isso se mantinham belas, bonitas e gostosas, deliciosas, pra chamar a atenção de homens e mulheres, e como chamavam.

Os homossexuais masculinos também, muitos bonitos, e no caso deles, a penetração existe, pra não ficar na rotina, era importante para o relacionamento, uma terceira ou quarta pessoa.

Lá mesmo em Salvador, estávamos conversando, quando apareceu o “Sebastian”. Um "viado", “bichona” (viadão mesmo, porque dava, porque queria, descaração), um shortinho “Carla Peres”, e dançando o “reboletion”, era uma figura. Aí os amigos falaram, isso você não vê fora do Brasil, a não ser que seja brasileiro. Nós não vendemos nosso corpo com vemos aqui na orla em Salvador, e cobram muito mais caro que as meninas da vida.

Por isso, opinião própria, pra você ser lésbica, bissexual, travesti, transexual ou coisa que o valha, não tem que ser pobre. Pobre gente é uma situação de vida, você pode mudar. Não por aí dando por dar, nem seja a “Maria-Sapatona”, seja realmente aquilo que quiserem ser, mais tenha suporte financeiro, pra se ajudar, ajudar a aparência. No Brasil sei que tem homossexuais lindos, que se dão e recebem, para isso tem como se manter belos bonitos e bem-dotados, e lésbicas e bissexuais brasileiras, seja belas, bonitas, gostosas, deliciosas, e verão que vocês podem ser mais felizes. Nunca queiram ser “machões” como homens que conheço, e que já fui um deles, pois perde logo a querida.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SÃO PAULO - PAULICÉIA DESVAIRADA

Sou baiano, desde Março de 1975, aportei em São Paulo, com sonho de menino, da cidade do interior baiano, Cruz das Almas, que seria algo na vida.
Muito diferente da cidade do interior baiano, eu vim pra o grande centro, São Paulo, com perspectivas grandes, sonhos enormes, tudo era deslumbrante pra mim e minha família.
E, São Paulo foi crescendo dentro de mim, e eu me adaptando à cidade. Conheci pessoas, boas, más, de toda qualidade de gente. Mas nos primeiros anos, ainda com resquícios do torrão natal, era minha "Bahia" em primeiro lugar, sotaque arrastado," ôxente bichinho cabra-da-peste", e a vida ia correndo, eu correndo pela vida paulistana.
Conheço a São Paulo como ninguém, pois fui "office-boy", e numa época maravilhosa, pois andava sempre abonado, dinheiro de quinze dias de condução, cartas, e quando era pra pegar táxi, aí a grana era grande, tinha o ônibus "Juremão - da viação Jurema", que para os office-boys, era como táxi, os motorista iam a mil, não paravam em pontos, e a gente se deliciava, chegava na empresa, e falava foi tanto, e não tinha reclamações. Bons tempos, por isso conheci São Paulo, Zona Sul, Zona Norte, Zona Oeste e Zona Leste. Tanto é que meu e minha mãe, descobriram o endereço de uma tia irmã de minha mãe, lembro como se fosse hoje, Vila Progresso, e quem estava à frente, eu, que já no primeiro ano, estava com São Paulo aos meus pés.
Em São Paulo descobrir lugares bons, ruins, péssimo e ótimos. Desde prostitutas, viados (naquela época era assim chamados os gays, travestis, escondidos, pederastas, etc..), gigolôs, malandros daqueles que andavam cheio de bossa, terno de linho branco e cartola, a navalha, enfiada no bolso.
Conheci mulheres (na época meninas), de toda espécie, que te faziam amar, cair por elas, ou deixá-las, com aquele gosto amargo da paixão recolhida. Grande São Paulo que me fez amá-lo cada vez mais, esquecendo do torrão natal, fui deixando o sotaque de lado, e aprendendo jeito paulistano de ser e falar.
Fui em 80/81 para Salvador, ainda estava construindo o primeiro Shopping, o Igatemi de Salvador, mas a saudade de uma namorada daqui da "Paulicéia Desvairada" me trouxe de volta a Sampa, e em 81, começou a mudar minha vida, profissional e de homem, comecei a crescer, e ver que como São Paulo crescia, pra os seus habitantes, é necessário aprender a lidar com as mudanças que me faziam um homem, e São Paulo a terra de muitos que aqui não nasceram, queriam porque queriam e a aceitavam como mãe.
São Paulo está inserido em cada coração de baianos, pernambucanos, cearenses, e tantos outros
nortistas e nordestinos, gaúchos, paranaenses e catarinense, cariocas e mineiros, não há nenhum que não diga eu sou de São Paulo, e a vontade enorme de dizer (eu sou paulistano), italianos, portugueses, japoneses, coreanos, chineses, peruanos, bolivianos, chilenos, argentinos, enfim, latinos, americanos, europeus, São Paulo os abraça, como a um filho, cada com sua quota, parcela de culpa ou de generosidade por esta enorme São Paulo.
Fui a 3 anos pra Bahia, mas, devido ao costume, e o jeito de ser paulistano, em Salvador tudo anda como o baiano gosta e quer, muito lento, muito devagar para o meu gosto. Não há comercio, padaria que abra antes das sete, pra mim que sou madrugador ficava descontente, com a demora, e nos domingos então, o pessoal acho que comia muita água (é como eles falam de alguém que foi beber), então tinha que esperar à boa vontade do dono.
Que saudades que me dava, São Paulo tem padarias que não fecham, e na Bahia, vai passar mais 33 anos e isso não acontece por lá,
Estou de volta São Paulo querido, terra de muitas terras, de muitas gentes, muitas histórias e estórias, de casos e causos, Sã Paulo de muitos poetas, repentistas, roqueiros, sambistas, sertanejos, caipiras, São Paulo de muitos sons, muitas cores, e da diversidade.
São Paulo das noites cariocas, baianas, italianas, portuguesas, japonesas e caipiras.
São Paulo que não troco por nenhuma cidade do mundo, seja Paris, São Paulo tem suas luzes, Londres, São Paulo tem os seus nevoeiros, teatros.
Eu sou um baiano, que na Bahia me chamam de paulista, e me deixou muito cheio de orgulho, pois além de morar na maior Cidade de país, torço para o time que é a cara de São Paulo, o Sport Club Corinthians Paulista.
Parabéns minha terra de coração, pois sei que adotado eu fui quando cheguei, e dizem que o Cristo Redentor está de braços abertos para quem for visitar o Rio, São Paulo não tem braços abertos, tem coração, corpo e alma para acolher que aqui chega para uma vida melhor.

PARABÉNS SÃO PAULO, VIVA SÃO PAULO, A TERRA DA GARÔA, A PAULICÉIA DESVAIRADA NOS SEUS 458 ANOS.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA" - UMA LOUCA PAIXÃO

Sampa, 04 de Dezembro de 2.011. É um dia diferente, final de campeonato brasileiro, " Sport Cube Corinthians Paulista" na final, precisado só de suas forças, não deu pra ninguém. O "Doutor" faleceu às 4;30 horas, num dia de domingo, e com o "Timão" na final, como era sua vontade, bem cedo pra que ele pudesse ver o "Timão" Penta-Campeão. Vá com muita luz "Doutor", tenho certeza, que como o outro, o filósofo, você terá lugar junto dos que, como você, tinham opiniões positivas, vai ficar lembrado sempre em milhões de corações de Corinthianos e brasileiros que admiravam, o futebol jogado, o futebol arte. E tenho certeza foi um dia realmente diferente, como seu calcanhar, o "Timão" foi penta, e mesmo sem o brilho de sua jogadas, é o "Poderoso Timão", casa lotada, com 1.800 porcos, pra sagrarmos pela quinta vez o campeonato.
Dia de jogo do "Timão", São Paulo amanhece diferente, final então, nem se compara, com tudo e todos jogando a favor, (como é importante os "anti-corinthianos), os porcos com um time de 2 jogadores, um deles decisivo (Valdívia) quando era um bom jogador, se esperava um pouco dele, mas, Felipão tinha razão o "Poderoso Timão" já era penta, Valdívia expulso, os porcos era um time de um só jogador, muito fácil pra ganharmos, e não importava se o Vasquinho fizesse 1 ou 10 gols, não queríamos vencer os porcos, só um empatezinho.
O "Doutor" tinha razão, corinthiano é diferente, é uma nação com a cara do brasileiro.
Nós não conquistamos a América, mas já somos donos do mundo, "SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA'" 1o. CAMPEÃO DO MUNDO FIFA.
Eu costumo dizer: 'Não tem mulher, filhos, não tem nada neste mundo que te enebrie, te atormenta, um amor e ódio, frustração, glória e vitória deste time que nos faz beber, fumar, tomar algumas dose extras de adrenalina, ma sempre serei "LOUCO POR TI CORINTHIANS".

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MULHERES MARAVILHOSAS

Foi uma experiência e tanto. Nunca poderia imaginar que mulheres acima de 45 anos, seriam belas, inteligentes, felizes e o que é melhor, resolvida. Problemas todo mundo tem, cada um resolve à sua maneira. Acabei com aquela idéia machista, retrógrada, e que pelo tempo, já não deveria mais existir em mim, “Mulher Nova”, abaixo dos 30 anos, achei que seria mais vida, mais fogo numa relação, você vira atleta, tem que demonstrar que está em forma física e de mente. E, de repente, não mais quede repente, as “minas“ de 50 anos, fazem você aprender mais uma lição de vida.

Até que no último dia 27 de novembro, (dia internacional da “Graça”) e de Nossa Senhora das Graças (uma grande mulher), reencontrei velhos amigos, pessoas não nos víamos a mais de 30 anos. A família “DUARTE” como sempre recebendo os amigos como se fôssemos da família, a matriarca Da. RITA (nome de santa intercessora junto ao “Divino Mestre), mais calejada da vida, mas com a mesma bondade e afeto de sempre, os filhos Helinho, LIZA, os netos e bisnetos, e ELIZABETH DUARTE, mulher, vó, companheira, a mesma BETH de há 30 anos, linda, sábia, pronta pra ajudar, cheia de vida, resolvida, seu companheiro Ricardo, sua neta VERÔNICA que mais parece filha, tão apegada à avó, seus filhos Felipe e TAMARA”. E devo confessar uma coisa: BETH continua despertando algo dentro da gente, ela sempre foi linda, fofinha, mas, quem a viu e quem a ver, nunca diz que ela é fofinha, sempre se vestiu e se portou de maneira que não a víamos como fofinha, mas, pela beleza e pela naturalidade que ela é, parabéns MENINA, continue sempre assim e sua beleza sempre passará como coisa que só Deus pode explicar, se é que tem explicação, isso vem de berço, e, quem conhece Da.RITA e conheceu Seu DUARTE, sabe do que eu estou falando, é família que a gente gostaria e tem de fazer parte. Continue menina, mulher, mãe, avó, sogra e amiga do jeito que a conhecemos, 50, 60 70..., mas sempre a BETHINHA.

E durante a semana antes de nos reencontrar, trocamos alguns e-mails, e facebook com uma pessoa maravilhosa, “TÃNIA MARIA GOLPIAN”TANINHA, juro que pela foto que vi no facebook, mais pareceu uma mulher austera, séria, aquela mulher de 51 anos, com reclamações da vida, de tudo. Até a indaguei, (coisa de machista, nordestino), se a mesma e as meninas estavam pintando cabelo, e ela me disse que sim, era natural, todas mulheres fazem isso, e é verdade, tenho uma filha de 23 anos que há 12 a 13 anos não sei qual a cor de seu cabelo, sei que eram castanhos, mas, já vi vermelho, azul, preto..., minha irmã faz luzes, a última vez que a vi estava com os cabelos pretos, igual aos de minha mãe, (eu com cabelos, não tão crisalhos perante a idade), cheios (de falhas, entradas e calvície), machismo nordestino brasileiro, enfim, continuando, fazia idéia da TANINHA, diferente daquela menina, que amei, curtir adoráveis bailes na casa da BETH, e pensei comigo, meu, eu ando fugindo tanto da mulherada de 45 anos, e minha turma (algumas) já estão com 50 anos, como o tempo foi cruel conosco, deixou-nos velhos, com doenças, queixumes. Chegando lá em Eldorado, vou ouvir os mesmos papos, Raul Seixas, e o cambau, mas vamos lá, eu não tinha pra onde ir, e fazia muito tempo que não nos víamos, alguma coisa ia valer a pena.

Mas, ao chegar, realmente Eldorado mudou, como é de se esperar, o progresso chegou, em São Paulo é questão de adaptar com mudanças (minha terra, tem mudanças, muito devagar), A padaria é mesma, a escola de inglês/espanhol, a igreja continua a mesma, a rua da casa da Da. RITA é a mesma, asfaltada, não tem (ou não sei se existe) a garagem e onde era feito o bailinho aos sábados, ou curtíamos uns aos outros, transformações necessárias, e temos que nos adaptar as mudanças do dia a dia, a vida continua, e não foram mudanças assim tão radicais, a TANINHA me falou que Eldorado estava parecendo a 25 de Março (exagerada), mas, tudo normal. E, também a mesma falou, que nos fins de semana, ela acorda tarde, o pessoal também, (acreditei na hipótese, estão velhos, e o mesmo costume de sempre, acordar tarde, não mudou), pra que eu chegasse a partir das 15;00 horas, logo eu que acordo todos dias, independente de ser dia útil ou não, às 5,00 horas.Disse que a partir das 9;00 horas, estaria lá. Aproveitaria para ver as mudanças em Eldorado, e em Santo Amaro, e esperaria pelas beldades até o horário estabelecido.

Quando foi nove e uns quebradinhos, BETH me ligou, estava no ônibus indo para a estação de trem de Osasco.

Quando cheguei a Eldorado, estava já indo para casa de Da. RITA, BETH ligou, perguntou minha localização, e a informei que estava na padaria, a mesma pediu para esperar 5 minutos, foi o tempo de tomar dois vinhos e 1 cerveja. Quando BETH, a mesma menina que conheci aos treze anos, linda, maravilhosa, jeito bonachão, fomos direto pra Da. RITA, onde rolava um churrasco, Helinho de churrasqueiro, Da. RITA, mais madura, mas o mesmo jeito, acolhedor, brejeiro, nota 1.000. Ficamos ali umas poucas horas comendo, e bebendo cerveja, jogando conversa fora, relembrando os tempos.

Uma certa hora BETH chamou-nos, e fomos pra sua casa, onde também reside sua filha TAMARA. Um escadão da porra (eu me encontro temporariamente com mobilidade parcial do lado direito, subir ou descer escadas e ladeiras, é um tormento) chegamos à sua casa, ficamos na varanda, eu, ela, Ricardo, o filho e a neta, tomando cerveja, esperando a TANINHA, e jogando conversa fora, ms, papo saudável.

Daí a pouco, chega ela, de longe olhei, o tamanho era o mesmo, quando se achegou, fiquei pasmo, uma mulher de 51 anos, num corpo de 20, nos cumprimentamos, e vi que a pessoa que estava à minha frente, não era nada do que a minha santa ignorância imaginava. Era uma linda mulher, cheia de vida, falante, de tudo e todos, se notava que a TANINHA e BETH, não tinham envelhecido. Olhei pra o Ricardo, cabelos grisalhos, e acho que os meus começaram a ficar grisalho também, e as duas ali, intactas, parece que o tempo não passou pra elas, soberanas, cheias de histórias, vidas e causos pra contar, fazer.

TANINHA me mostrou que, com as menininhas, eu tenho que me sobressair, que precisa mostrar que estão vivas, algumas coisas machistas, desfilar para os colegas verem. Realmente depois de rever vocês, uma mulher mais madura, não é só sexo, mais papo, piadas, dançar, ler e falar de livros lidos, filmes, enfim, foram poucas horas pra dizer e falar tudo,

TANINHA e BETH estão felizes, com filhos e (netos), parceiros da vida conjugal, não sei se são suas almas gêmeas, mas, tem vocês, e parecem bem felizes. Como fiquei com inveja desses caras. Mas aprendi uma coisa, a gente ás vezes é meio bobo, ingênuo, a felicidade às vezes está em cima da gente, pertinho da gente, embaixo do nosso nariz, e, não temos de o dom de encontrar.

Obrigado meninas, vocês me ensinaram que o amor é belo, suave, terno, não importa da maneira que seja, eu não posso olhar a MULHER apenas como um objeto. Mas adorar, idolatrar, e ver que as mulheres maduras, não são chatas, tem um que a mais que as “NOVINHAS”: a SABEDORIA, o traquejo, a conversação, a beleza que por mais

que tentamos entender, achamos que sabemos o “X” da questão, e continuamos aparvalhados, não somos nada.

BETH e TANINHA quero ser felizardo de sempre fazer parte do rol de amigos da família DUARTE e GOLPIAN, por muitas gerações, e encarnações.

TANINHA, uma vez me disseram que nossa alma gêmea não seria necessariamente a pessoa que tivemos atividades em nossa caminhada na vida terrena, e quando eu menos esperasse esta pessoa iria me procurar.

Eu amo vocês, a vida de vocês, e tudo que passei, vivi com vocês, e quando chegar à hora de ir, eu vou feliz porque conheci e tenho amigos como vocês, MARI, AMÉLIA, Da. RITA, BERENICE (BÊRA), Da. TEREZA (até ela), TELMA, TIQUINHA, e tanto pessoal, que vou acabar esquecendo.

São essas “MULHERES MARAVILHOSAS”, que dão sentido à vida, e TANINHA vive dizendo que eu só penso em mulher, e eu digo: EXISTE COISA MAIS DELICIOSA PRA PENSAR, VER, DEGUSTAR, SABOREAR. VOCÊS EXISTEM.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CORINTHIANS - 100 ANOS DE MEMÓRIAS E GLÓRIAS

Sou baiano de Cruz das Almas, e por aqui não houve um time que me chamasse à atenção. Via o Galícia que minha mãe era torcedora, e em 1975 nos mudamos para São Paulo e numa certa noite estava na casa de conterrâneos que e vi um tio torcendo para um time diferente, que contagiava, sofria mas, não se perdia a esperança. A partir desta noite eu fui abençoado por Deus, sim, porque ser Corinthiano é ganhar uma dádiva de Deus, nós não torcemos, vivemos o SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, e no dia 1o. de Setembro de 2010 estamos comemorando o seu centenário de glórias e memórias, títulos e satisfação, agora principalmente que estaremos construindo nossa arena para abrigarmos a Copa de 2014 na cidade de São Paulo.
Voltei à minha terra, mas ainda continuo abençoado por Deus, acompanhando o time que nos dá muitas alegrias. Parabéns "Poderoso Timão"! Felicidades à todos Corinthianos pelo nosso centenário, e que muitos e muitos títulos venham preencher nossa história, nossas vidas, nossas alegrias pois, não temos tristezas, alguns sofrimentos passageiros que logo superamos com a demonstração de superação que é conhecida ao longo dos 100 Anos. "Sou Louco Por Ti Corinthians".

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Primeira Epístola de Paulo Apóstolo aos Coríntios

1 - Ainda que falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

2 – E ainda que eu tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

3 - E ainda que distribuísse toda minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

4 - O amor é sofredor, é benigno; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

5 - Não se porta com indecência, na busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

6 - Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

7 - Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

8 – O amor nunca falha, mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

9 – Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

10 – Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

11 – Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

12 – Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

13 – Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o “amor”.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gente Fina - Faz A Diferença

Perambulando aqui pelas vizinhanças do bairro onde moro, posso sentir a diferença entre mundos, o social e as pessoas e os diversos níveis sócio-culturais numa mesma comunidade. E essas divergências às vezes nos chama atenção, porque Salvador é uma cidade grande, capital, está em fase de desenvolvimento (mesmo que no ritmo dos baianos - lento), mais as pessoas ainda são provincianas, com os mesmos costumes das cidades do interior, disse-me-disse, fuxicagens e falação da vida do vizinho e vizinhas.
Fiz novas camaradagens e aí vi que tinha que fazer a diferença, sem me envolver em assuntos que não me dizem respeito. Procuro ser o "Gente Fina" e dei explicações do porque a minha maneira de agir: Gente Fina nada tem a ver com a tendência atual de ser seco, de parecer um esqueleto ambulante. "Gente Fina É Outra Coisa".
É aquela pessoa que é tão especial, que a gente nem percebe se é gorda, magra, moça, velha, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação. Todos a querem por perto. Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados; sabe transgredir sem agredir.
Gente Fina é aquela pessoa que é generosa, mas não banana. Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho. Gente Fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar. Gente Fina se sente confortável em qualquer ambiente, seja num boteco, à beira da estrada ou num desses Resort's luxuosos, pelas ruas ou num interior de uma grande mansão.
Gente Fina não julga ninguém - tem opinião, apenas. Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera. O que mais se pode querer?
Gente Fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa. Não veio ao mundo para colocar areia no projeto dos outros. O Gente Fina não pesa, mesmo sendo gordo, e não é leviana, mesmo sendo magra.
E acho que "Gente Fina" tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença.